sábado, 13 de abril de 2013

O Mercado de Variedades e a Democracia da Internet.



Dando continuidade ao texto “A Democratizaçãoda música com o advento da Internet”, finalizo aqui e concluo sobre como o mercado se moldou a essa nova realidade e como é visto por diversos autores o advento da internet.



O Mercado de variedades
Lee Siegel
Podemos baixar e compartilhar músicas gratuitamente pela internet, isso faz com que as empresas busquem pesquisar o perfil do internauta, e tenta assim transformá-lo em um consumidor, utilizam-se das infinidade de possibilidades da internet e oferecem opções, com isso o mercado continua existindo no meio virtual. A esse mercado virtual damos o nome de “Mercado de Variedades.”





Falsa Liberdade ou Rede Democrática?
George Yúdice
Para o crítico cultural Lee Siegel, o homem se torna cada vez mais solitário, dependente, cercado pela artificialidade, para ele o contexto democrático´pode ser uma falácia, uma ilusão, ou uma falsa liberdade virtual.
A utilização coletiva da internet se tornou um conceito de facilidade e de imprescindibilidade. Segundo o livro “Globalização da Cultura” de Fábio de Sá Cesnik e Priscila Akemi Beltrame, a Internet é sim um local democrático, uma vez que permite interligar pessoas de diferentes religiões e classes sociais. Criam verdadeiras miscelâneas e é um importante veículo de comunicação, falam que a internet é o meio de troca mais difundido em todo mundo moderno. A internet traz consequências no plano cultural, econômico e político. Os dois autores concluem que o ciberespaço tende a universalidade e à sistematicidade. Concordam com Yúdice quanto a televisão: “Ao contrário das mídias convencionais (a televisão é o maior exemplo) que nivelam por baixo para poder aumentar a difusão, o ciberespaço disponibiliza conteúdo para diferentes padrões culturais e intelectuais” (p.120)
Fábio de Sá

Bibliografia:
Yúdice
http://congresso.foradoeixo.org.br/2011/10/05/george-yudice/

CESNIK, Fábio de Sá. BELTRAME, Priscila Akemi. Globalização da cultura. Barueri, SP: Manole, 2005.



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