segunda-feira, 30 de abril de 2012

Opus 1 - 1º Movimento: The Wall Parte 1



Nesse podcast, além da Santíssima Trindade formada por Tiago Malta, Daniel MM e Alan Costa, contamos com a presença de dois convidados: Marcelo Vargas e Vaca! Discutiremos "The Wall - Parte 1", em três momentos: o álbum original, o filme e o show realizado no Rio de Janeiro em 29 de março. Elogios e críticas a essa obra aclamada do Floyd, e uma breve narrativa de todas as músicas desse Lado A e B.

Nesse Podcast você irá,
Descobrir a mensagem secreta para o velho Pink.
Entenda que as vezes ser demitido de uma banda pode ser super lucrativo.
E aprenda construir um muro metaforicamente.



Filme The Wall
The Wall part 1 em 1980
The Wall part 2 em 1980


Comentado nesse Podcast

Pensamento Posivito de Hermeto Pascoal e Grupo
A Place for Parks do Mogwai
Amused to the Death (solo no final da música)
Sinfonia das Diretas

Podcast do Luciano Pires
http://www.podcastcafebrasil.com.br/

6 comentários:

  1. Caríssimos,

    Muito bom o podcast sobre o album "The Wall". Só gostaria de fazer duas ressalvas:
    Com relação ao fato de Waters ter uma postura anti-tudo (rs), bem, ser um pensador livre exige compromisso com aquilo em que você crê, independentemente de ideologias. Não é necessário - nem honesto - tomar partidos, tampouco escolher entre "bem" e "mal", quando assumirmos e afirmarmos nossas atitudes diante das realidades que nos cercam. Logo, ser um crítico do capitalismo não torna alguém automaticamente comunista ou socialista, nem o contrário. Lembremos o grande Neil Peart, que, em "The Trees", critica ambos os sistemas, para reafirmar sua posição posteriormente em "Freewill".
    Já com relação à "semântica" do inglês, dizer que a língua não proporciona mecanismos para se escrever uma "boa" letra, ou considerar "dificil encontrar uma boa letra escrita em inglês" trata-se meramente de preconceito linguístico. "O inglês não ajuda para se construir bons versos"? Sinto dizer, mas isso é pura bobagem! Há uns bons milhares de ótimas letras em inglês, e concordo plenamente com o Alan no que diz respeito ao preconceito. Para não mencionar o fato de que, em termos gerais, produz-se e consome-se mais literatura em países de língua inglesa do que em países de língua portuguesa, o que vai acabar esbarrando na cultura popular de uma maneira ou de outra. Quatro exemplos disso em música popular escrita e cantada em inglês: "Alice in Wonderland" (Alice no país das maravilhas) foi inspiração para "White Rabbit" do Jefferson Airplane; "The Rime of the Ancient Mariner", poema épico de Samuel T. Coleridge, ganhou uma versão não menos épica pelas mãos do pessoal do Iron Maiden; O Rush vem com mais duas pérolas: "Xanadu", baseada no poema "Kubla Khan", do mesmo Coleridge; e "Red Barchetta", baseada no conto "A Nice Morning Drive", de Richard Foster. Isso para não entrar na seara de Bob Dylan ( o "Dylan" vem de Dylan Thomas, um dos seus poetas favoritos), Paul Simon, Leonard Cohen, Neil Young (ouçam "Long May You Run", belíssima canção sobre despedir-se não do seu primeiro carro, mas de tudo o que de alguma maneira a ele se liga). De fato, o problema está nas próprias palavras do autor do comentário, quando ele diz que traduz, ou pega traduções das letras para o português. Traduções deficientes perderão todo o encanto e a minúcia do ofício do artesão ao compor os versos. Em outras palavras: consiga traduções a altura, feitas por tradutores talentosos; ou aprenda inglês a fundo.
    De mais a mais, continuem o trabalho, que está bem legal! E fica a sugestão para um podcast: a relação intrínseca entre literatura e o cancioneiro popular, desde os lieden até o rap. Grande abraço para todos!

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  2. Andre valeu pelo comentário, no meu caso concordo contigo, a lingua é apenas um meio onde se expressar, eu pelo menos não limito nada pela língua, mas seu comentário poderia ser lido no proximo cast, e a parte das citações que fez. temos uma lista de casts e se não me engano temos algo parecido com o que sugeriu, na verdade o assunto central seria a Música Armorial, perfeito não? cancioneiro popular, música regional e literatura de cordel, alias adoro essa temática. Obrigado pelos comentários, concordãncias são boas para engrandecer, mas discordâncias enriquecem mais ainda.

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  3. Excelente cast, Daniel MM, demais participantes - e a Blackwood!

    Nesse episódio a idéia de destrinchar um álbum de música é muito interessante! E começando com The Wall do Pink Floyd, que maneiro!

    Nessa pegada rock-psicodélico-progressivo-viagem, se fizerem episódios com outros bons discos nessa temática, tem coisa boa pra caramba como Rainbow, Uriah Heep, Gentle Giant, e por aí vai - outros exemplos de álbuns que, assim como o The Wall, costumamos ouvir pra dormir!

    Sobre outros filmes-musicais psicodélicos (mas de qualidade bem inferior a The Wall e Tommy) além dos Beatles, temos The Monkees (Head, bisonho) e Bee Gees junto com Peter Frampton (Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, o musical da Motown sem Beatles!)

    Continuem esse trabalho maneiríssimo e como sugestão, que tal falarem sobre as relações entre o cinema e a música? O tema é riquíssimo e rende, pois podem explorar desde cinebiografias de compositores à contribuição de autores consagrados de trilhas sonoras imortalizadas em cenas inesquecíveis dos filmes!

    Um abraço galera!

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    1. Caramba olha quem me aparece aqui? o exumador do The Dark One Podtrash, nossa primeira visita da blogosfera!
      The Wall faz parte da minha adolescência, o legal de fazer esse pod foi contar com gente que não curte o álbum, só nesses embates que sai algo legal! Eu particularmente sou muito fãn de Rock progressivo e já até toquei em banda de Hard Rock (rolava Rainbow e Uriah), estamos sempre anotando novas idéias e temos uma lista de possíveis pods, falando de música, o assunto é realmente vasto e como disse, abordar a música dos filmes seria um prato cheio, e ainda tem esses musicais.

      Douglas (ou o exumador?), esse tema é interessante e me atrai muito, analisar a trilha sonora de um filme já da um pod, dá para falar de o vento levou até Hans Zimmer!

      valeu pela visita e por ter escutado, e as dicas, agradecemos

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  4. Fala, galera! Excelente abordagem sobre um tema perigoso. Sim, todo cuidado é pouco pra falar sobre Pink Floyd, principalmente na hora de criticar! Achei suas opiniões muito boas.
    Assisti ao filme em 2004, e me lembro de pouca coisa.
    Não fui no show do Rogério, mas vi um show do Falcão em 2003, e ele fechou com essa música.Inesquecível.
    Estou no aguardo da parte 2. Abraço!

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  5. Obrigado rapaz obrigado pelo cometário. Ainda não tive a oportunidade ir a um show do falcão, mas ta entre minhas metas rsrsrs.

    E a parte 2 sai no máximo em 2 semanas não mais que isso.

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